terça-feira, 13 de outubro de 2009

Hate...




Negar o ódio é negar o amor, pois assim como qualquer outro sentimento, o ódio em nada acrescenta ao individuo. Em geral as pessoas negam q o sentem ou preferem acreditar nisso, mas óbvio que isso é pura hipocrisia.

"O amor é fogo que arde e não se sente! Que queima e inflama o ser!", eis que o ódio é apenas uma antitese do amor, e ao invez de ser explosivo e incosequente o ódio é preciso e mantém o seu foco. Não é como a raiva ou a fúria, é mais centrado. Não chama atenção pra si ,coisa que o amor luta tanto para fazer, tentando ser demonstrado de diversas formas. Mas óbvio que o ódio é perceptivel e não passa batido. É possível dizer que o ódio "não desce do salto", enquanto o amor é pátetico e faz o individo se arrastar e agonizar.

O amor machuca o individo que o sente, enquanto o ódio machuca o individuo odiado (ou não... vai que é reciproco).

O amor é como um carro que precisa ficar sendo reabastecido. Precisa ser renovado, não pode cair na rotina, é preciso sempre estar "amando novamente", necessita de sacrificios e mudanças para continuar a existir enquanto o ódio é como a energia autogeravel (acredito que não preciso explicar)

Em suma o ódio é um sentimento bom, que em alguns casos protege e preserva a pessoa e supera o amor em muitos aspectos e por isso continuo a me perguntar o por que nega-lo?

Eu particularmente o sinto e assumo com orgulho!